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O ar das grandes cidades pode piorar a qualidade de vida das pessoas. A poluição atmosférica muda o azul do céu, deixando o cenário cinza e assustador. Em São Paulo, é possível ver com clareza por que a população sofre tanto com o ar que respira. São inúmeros carros circulando pela cidade e muita fumaça saindo dos automóveis, o que faz muito mal à saúde.
O tempo seco, associado à poluição do ar, aumenta o risco de doenças respiratórias. Asma, rinite e alergias são facilmente desencadeadas e, assim, os prontos socorros ficam lotados.
Crianças e idosos são os que mais sofrem com as mudanças climáticas e por isso, na maioria das vezes há a recomendação da inalação para prevenir e tratar esses problemas.
Apesar de parecerem a mesma coisa, existe uma diferença clara entre a inalação e a oxigenoterapia.


A oxigenoterapia é, nada mais nada menos que, à administração de oxigênio suplementar, com o objetivo de aumentar ou manter a saturação de oxigênio acima de 90%, corrigindo possíveis danos causados pela hipoxemia. Indicada para pacientes com doenças pulmonares crônicas graves — como enfisema pulmonar, bronquite crônica e asma.
Já a inalação, é apenas um tratamento paralelo e temporário para quem sofre com as mudanças climáticas.

A oxigenoterapia é, nada mais nada menos que, à administração de oxigênio complementar com o objetivo de aumentar ou manter estável a saturação de oxigênio no sangue acima de 90% — evitando danos causados pela hipoxemia. 

O oxigênio é uma necessidade básica para todos; o ar que respiramos contém 21% de oxigênio — quantidade suficiente para pessoas que possuem pulmões saudáveis e para a maioria que possuem problemas respiratórios.

Porém, para alguns, a captação do oxigênio pelo ar é mais trabalhosa e, acabam precisando de oxigênio extra para manter suas funções vitais normais.
Nesses casos, se for necessário, a utilização de cilindro de oxigênio é indispensável para manter a qualidade de vida do paciente.

De acordo com a “American Association for Respiratory Care (AARC)”, a oxigenoterapia é indicada nos seguintes casos:

1. PaO2 (pressão do oxigênio) abaixo de 60mmHg ou SatO2 abaixo de 90mmHg, quando em ar ambiente;
2. SatO2 (saturação do oxigênio) abaixo de 88mmHg durante a deambulação, exercícios físico ou sono em indivíduos portadores de patologias cardiorrespiratórias;
3. Intoxicação por monóxido de carbono;
4. Envenenamento por cianeto;
5. Infarto agudo do miocárdio (IAM).

Geralmente, a oxigenoterapia é usada por pacientes com doenças pulmonares crônicas — como enfisema pulmonar, bronquite crônica e asma grave.